Decidi jogar meu Ubuntu fora momentaneamente por precisar de espaço no computador e obviamente sabia que o GRUB (ferramenta de boot) iria dar problema após remover a partição do Ubuntu e de SWAP, por isso, preparei meu pen-drive com Windows 7 conforme o post anterior já adiantando esse tipo de problema.
Após remover a partição e tentar ligar o computador, dou de cara com o GRUB reclamando que não encontrou nada para conseguir iniciar normalmente, coloquei meu pen-drive e reiniciei a máquina, o Windows 7 oferece no canto inferior esquerdo a opção de reparar o computador, fiquei surpreso que ao acessar o modo de reparo o Windows já notou que havia problema com o boot e me informou que tinha arrumado a situação e que eu podia reiniciar.
Para minha surpresa nada aconteceu e o GRUB estava lá, lindo, leve e solto, me impedindo de utilizar meu computador. Reiniciei novamente o computador com o pen-drive com Windows e dessa vez fui direto na linha de comando, outra surpresa me aguardava, os tradicionais fixboot e fixmbr não se encontravam no diretório aberto no prompt.
Por sorte e com acesso a outro computador, descobri através do Google que os arquivos se encontram em:
X:\windows\system32\bootrec.exe /FixMbr
Executado o comando e pronto, computador funcionando novamente sem GRUB, o susto valeu o post no blog.
Voltando a ativa depois de alguns meses de blog parado, estou em um momento crítico da minha vida, mudando de foco em muitas coisas e principalmente na forma de pensar e reagir as situações, mas isso é assunto para outro post.
Eu não gosto de queimar DVD e por sorte minha faculdade tem parceria com a Microsoft, então após baixar a ISO do Windows 7 eu tive que ir a caça de como fazer um pen-drive “bootável”. Atualmente há diversas alternativas, apesar de gostar de linha de comando, tem coisas que eu prefiro que sejam práticas e rápidas.
Para encurtar o seu tempo procurando por uma solução descomplicada e após visitar mais de dez blogs e fazer diversas buscas, segue a dica.
Foto do aplicativo, para você ver como a interface é simples:
Esse post é resultado de passar mais tempo procurando sobre como colocar o Windows no pen-drive do que esperando ele terminar de instalar.
Atualização: Meu colega de turma me avisou pelo Buzz que a Microsoft liberou uma ferramenta oficial para fazer esse tipo de preparo sem dor de cabeça, segue o link:
http://store.microsoft.com/Help/ISO-Tool
Se por um acaso do destino você precisar alterar ou começar do zero um arquivo batch (.bat) e ainda necessitar receber argumentos pela chamada do arquivo, muito provavelmente você irá utilizar aspas no argumento se ele for um caminho de alguma pasta ou diretório.
Se esse caminho não possuir espaços, tudo será tranquilo, você provavelmente irá utilizar %1 e receberá o argumento corretamente, mas se o caminho possuir espaços, você vai colar aspas duplas pra passar o parâmetro corretamente e surpresa não vai conseguir concatenar esse caminho com nada.
Depois de muita pesquisa do google fica a dica então: %~1 retira as aspas do caminho facilitando para você fazer algo do tipo:
"%~1\programa.exe"
Lembrando que segundo a fonte isso vale apenas para NT 4 (SP6) pra cima.
Vou te contar, um belo dia eu decido tentar pela décima quinta vez instalar um Linux em meu computador, digo isso pois quando tinha 14 anos, na época do Windows 98, eu já tentava experimentar esse “tal” de software livre.
Com o novo recurso que o Ubuntu oferece de instalar o sistema pelo Windows, experimentei sem alterar minhas partições para não perder o que tinha no computador ou instalar aqueles programas que redimensionam o disco rígido, mas pedem para que você faça um backup antes.
Dito e feito nem precisei “queimar” um CD, emulei pelo Daemon e sai instalando, a instalação correu bem e após uns 25 minutos o sistema estava pronto pra usar. Reconheceu tudo, placa de vídeo, placa de rede, placa de rede sem fio e etc, você sabe como funciona instalar sistema operacional novo, não importa se é Windows ou Linux, conectando-se na internet pela primeira vez, você já tem aquele presentão de service pack ou pacotes desatualizados, baixei tudo, configurei tudo, baixei os arquivos que estavam faltando para rodar MP3, AVI, editores de texto e etc.
Fiquei horas me divertindo com o Compiz, efeitinhos de janela, sistema super rápido (mesmo rodando sobre uma partição “imprópria”). Bom, a euforia passou, voltei pro Windows e acabei até esquecendo do Linux, até porque meu objetivo ao instalar o Ubuntu era de usar nos trabalhos da faculdade e eu estava de férias.
Antes de começar o pesadelo, vale notar que meu computador dorme e hiberna perfeitamente no Windows, acorda e “deshiberna” sem problemas, sem telas azuis ou coisas do gênero.
Um belo dia, o bobo (nesse caso eu) decide ver como é que estava o Ubuntu se ele precisava de uma atualizadinha ou algo do tipo. Aí num momento de insanidade decido verificar se ele consegue hibernar, recurso este que é ótimo você deixa tudo aberto, desliga o computador, fica longe horas, volta e liga e TCHARAM está tudo lá.
Tentei hibernar, houve até uma tentativa, uma barrinha de progresso jogando todo conteúdo da memória para o HD, apagou a tela e PUFF, nada aconteceu surgiu ligado como se não tivesse apertado o botão. Até aí tudo bem, não quebrou nada, eis que penso, vou testar a função de dormir, cliquei no botão de dormir e o pesadelo se iniciou, simplesmente desligou como se tivesse dado certo, mandei ligar e nada, absolutamente nada, esperei até 5 minutos, parecia que estava ligado sabe? Desliguei ele e pensei BAH, não funcionou o sleep também, tudo bem, não uso nenhum dos dois.
Ao religar o computador e escolher para iniciar o Ubuntu, 1, 2, 3 segundos depois, eis que surge um Kernel Panic!!! Algo do tipo: “Não consigo montar o sistema de arquivos do root.” Eu questionei com o computador: Como assim? Eu botei você pra dormir, você não dormiu tudo bem, mas Kernel Panic agora!?
Tentei ligar no modo de recuperação, tentei iniciar só um terminal de texto e não consegui, bufei de raiva e falei pra mim mesmo, tudo bem vou voltar para o meu Windows. Ledo engano, o Windows antes de se iniciar achou algo de estranho no disco rígido, deixei ele rodar a recuperação e ele ficou lá, cinquenta, eu disse cinquenta minutos recuperando o HD, quando ele reiniciou, pensei que estava tudo certo que ele tinha jogado o Ubuntu fora, mas não, o Windows não ligava, quer dizer se você chama de ligado ficar com o mouse habilitado e uma tela preta de fundo, então ligou. Eu não conseguia fazer nada, nada abria, o clique do mouse não fazia nada, o sistema operacional tinha ido para o saco.
Não sabia o que fazer, como pode um simples botão que manda o computador dormir fazer um estrago deste tamanho, desde que eu era criança eu sabia que eu podia fazer qualquer besteira no computador que raramente eu iria causar um holocausto, do tipo “vai ter que formatar, não dá nem pra acessar o disco rígido via DOS”. Mas desta vez foi, não teve jeito, tive que formatar e por sorte, eu repito por sorte, as outras partições que não eram a do Windows/Linux estavam intactas.
Esse tipo de experiência me fez refletir, será que o Ubuntu não tinha como saber que não ia funcionar hibernar e dormir no meu computador? Em quais computadores esse recurso funciona? Esses recursos foram feitos apenas para dizer, nós do Linux também fazemos isso aí que o Windows faz! (Obs: Mas apenas em tais marcas/configurações…)
Por essas e outras que eu ainda acho que o “ano do Linux” ainda está muito longe de acontecer.